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Argento
Joined: 14 Oct 2008
Posts: 249
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Woyzeck, de Werner Herzog - ****
Antichrist, de Lars Von Trier - *
_________________ Tiago Costa
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| Wed Oct 21, 2009 11:07 am |
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gonch
Joined: 22 Dec 2006
Posts: 244
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John_Parker wrote:gonch wrote:
Freaks, de Tod Browning ***1/2
Um "clássico" que não consigo ver até ao fim...
É realmente um filme com um culto impressionante. Não o considero de forma alguma genial, mas é sem dúvida um bom filme. Bom e perturbante...
They Live, de John Carpenter ****1/2
I'm here to chew gum and kick ass... and I'm all out of gum.
_________________ Gonçalo Trindade
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"O Cinema é a mais bela fraude do Mundo" - Jean-Luc Godard
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| Wed Oct 21, 2009 6:17 pm |
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Leeroy
Joined: 21 Dec 2006
Posts: 584
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gonch wrote:I'm here to chew gum and kick ass... and I'm all out of gum.
Essa é uma das quotes mais geniais da história do cinema. Mas o filme tem também aquele momento épico, que é uma zaragata entre os protagonistas, que dura 10 minutos e não leva a lado nenhum. Good times!
_________________ Duarte Oliveira
"Nobody fucks a stranger in the ass!"
Take a Break
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| Wed Oct 21, 2009 8:17 pm |
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Argento
Joined: 14 Oct 2008
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Wise Blood, de John Huston - ***½
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| Thu Oct 22, 2009 5:03 pm |
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gonch
Joined: 22 Dec 2006
Posts: 244
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Leeroy wrote:gonch wrote:I'm here to chew gum and kick ass... and I'm all out of gum.
Essa é uma das quotes mais geniais da história do cinema. Mas o filme tem também aquele momento épico, que é uma zaragata entre os protagonistas, que dura 10 minutos e não leva a lado nenhum. Good times!
É um filme de entretenimento garantido, como só o Carpenter consegue fazer.
Halloween, de John Carpenter *****
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"O Cinema é a mais bela fraude do Mundo" - Jean-Luc Godard
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| Sat Oct 24, 2009 5:33 pm |
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etrusca
Joined: 12 Sep 2007
Posts: 859
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Liumang de Shengyan / Feast of Villains (2009), de Pan Jianlin: * * * *
( comentário no tópico do London Film Festival)
Ju Dou (1990), de Zhang Yimou: * * * *
Sedmikrásky / Daisies (1966), de Vera Chytilová: * * *
Revisionamentos:
Hong se niang zi jun / Red Detachment of Women (1960), de Xie Jin: * * * ½
_________________ H.
maybe too the screen was really a screen. it screened us... from the world
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| Sun Oct 25, 2009 10:07 am |
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Argento
Joined: 14 Oct 2008
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Touchez Pas Au Grisbi, de Jacques Becker - **½
_________________ Tiago Costa
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| Sun Oct 25, 2009 10:23 am |
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John_Parker
Joined: 20 Dec 2006
Posts: 2942
Location: Lisboa
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Das weisse Band/White Ribbon de Michael Haneke
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- (comentário no tópico dedicado ao filme)
Looking for Eric de Ken Loach
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- Será uma boa surpresa para muita gente. Foi-o, seguramente, para nós, na medida em que suspeitávamos de uma obra "encomendada" por um jogador de futebol (tão particular ainda para mais) como Eric Cantona. O resultado é uma desconcertante mistura entre o documentário (ou como transformar o velho cliché do talking head numa alucinação forjada no domínio da própria ficção), o realismo puro e duro da escola Loach e uma muito fina, auto-irónica e delirante, caricatura da muito actual idolatria pop dos craques do futebol, com Cantona (interpretando-se a si mesmo de forma surpreendente!) a dar o corpo ao manifesto. Ou seja, filme forte, muito cómico e light-hearted ao mesmo tempo - um eficaz anti-Ken Loach depois do magnífico e estupidamente ignorado "It's a Free World".
Knowing (2009) de Alex Proyas
-***
- Premissa interessante gerida de forma inteligente por Proyas, sem nunca cair no sobresentimentalismo ou no exibicionismo CGI-pipoqueiro. Entretenimento sci-fi catastrofista de qualidade, apesar da interpretação "em automático", algo ausente, de Nicolas Cage.
Vacancy (2007) de Nimród Antal
-**
- Milésima variação de "Psycho" que, por ser um modesto exercício de género, acompanha a tendência (nem sempre má) da maioria dos filmes de terror em repetirem premissas e algumas fórmulas já vistas e, nalguns casos, absolutamente gastas. Para quem viu a obra-prima de Hitchcock e não gosta de perder tempo com "variações menores", então "Vacancy" é uma perda de tempo. Agora, para quem já viu ou não a obra-prima de Hitchcock e gosta de perder tempo com variação menores mais ou menos inconsequentes, uma coisa dizemos: ao pé do péssimo "Identity" de Mangold, do frustrante "1408" de Hafstrom e, ressalvando as diferenças, do olvidável "P2" de Khalfoun, este "Vacancy" de Antal, realizador de origem húngara que está a trabalhar na próxima sequela da série "Predator", leva a melhor.
Bruiser (2000) de George A. Romero
-0
- Filme impensavelmente mau, quase confrangedor face ao imenso vazio que o povoa, que revela a pouca versatilidade de um realizador inconstante preso ao seu (hoje, em desinspirado loop) legado dos "mortos-vivos". Numa palavra, "Bruiser" faz parecer o abjecto "American Psycho" - outrossim, sátira sanguinolenta sobre o vazio frívolo, yuppie e ultra-consumista, das sociedades ocidentais - um filme significativo.
Casa de Lava (1994) de Pedro Costa
-****
- De novo, uma história de personagens atraídas pela morte e, por isso, perdidas no tempo e no espaço. Pedro Costa leva a sua fábula ultra-cinematográfica "O Sangue" a uma materialidade mais orgânica, próxima de um Rossellini, mas invertendo o jogo de tensões que lhe é característico. Se nos filmes do realizador italiano, a incomunicabilidade é um problema na relação homem-mulher, neste filme conta-se a história do amor entre uma mulher enfermeira (a bela Inês Medeiros) e o seu paciente, um homem cabo-verdiano em estado vegetativo (o magnético Isaach de Bankolé). Quando este reacorda para a vida, qual zombie, quebra-se o encantamento e a história de amor transfigura-se - ou seja, a comunicabilidade (como vemos nos vários refúgios linguísticos, entre o críoulo e o português, que se vão criando entre personagens) é aqui um problema. Da mesma forma, em Rossellini, por norma, as paisagens naturais (ou a Natureza em geral) desempenham um papel antagonizador na vida dos protagonistas, de tal modo que muitas vezes estes se reencontram (consigo ou entre si) na luta contra o habitat envolvente (exemplo de "Stromboli" e "Viagem a Itália"). Neste "Casa de Lava", de novo, parece haver uma inversão de sentidos: a protagonista é puxada, em sentido contrário a muitos dos autóctones, para o coração de uma terra vulcânica esquecida. Em momento algum, sentimos nela a necessidade de fuga; pelo contrário, quanto mais caminha, mais o seu espírito se funde nessa paisagem quente e misteriosa - mais bela e tangível que qualquer "paisagem interior" pós-rosselliana.
O Sangue (1989) de Pedro Costa
-*****
- Um filme feito em completo estado de graça que dá início à obra mais importante do cinema português. Pedro Costa abraça todo o cinema com este filme - para, como sabemos, depois o abandonar quase por completo, numa espécie de purgação asceta de uma "modernidade primitiva" ou de uma "primitiva modernidade" estonteante e única - e eleva o cinema - todo, não só o português - à arte do plano, do tempo e do espaço. O que se celebra aqui é a beleza insondável das imagens, no caso, resultantes do mais magistral domínio da mise en scène em cinema. A matéria é a escuridão total, densa e imperscrutável, que é salpicada pela luz como num quadro de Rembrandt, como nas fotografias de Brassai ou Nozolino. Pedro Costa pinta com a luz que ilumina os corpos (bressonianos) que vivem na/da noite como as personagens de um noir (vide "Night of the Hunter" e "They Live by Night") e que trazem consigo, entre a neblina, as atmosferas mágicas de outros cinemas igualmente insondáveis e belos (como o de Mizoguchi, especialmente, "Ugetsu"). É uma convocação do cinema antigo, do claro-escuro, dos dramas impossíveis e eminentemente plásticos; é, por isso, uma ode aos mortos. Mas tudo isto é palha para dizer que "O Sangue" é uma obra-prima desde as suas imagens iniciais: falo do campo-contra-campo da chapada (à la "Angel Face") que Canto e Castro dá a Pedro Hestnes. Não é preciso mais para se perceber por que o cinema é uma Arte grande.
Last edited by John_Parker on Fri Oct 30, 2009 3:05 am; edited 1 time in total
_________________ Luís Mendonça
CINEdrio
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| Sun Oct 25, 2009 2:15 pm |
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tf10
Joined: 13 May 2009
Posts: 106
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Japanese Summer: Double Suicide (1967) de Nagisa Oshima: *****
Finalmente disponível, este é um pequeno pesadelo cinematográfico que faz recordar alguns dos mais impenetráveis filmes da respectiva época! Por isso mesmo não é um Oshima para todos!
The Road I Travel with You (1936) de Mikio Naruse: **½
Um Naruse menor.....
A Tale of Archery (1945) de Mikio Naruse: ***½
Um pouco usual filme de época de Naruse que apesar de um academismo mais evidente acaba por se revelar uma bem conseguida incursão por terrenos que lhe são menos conhecidos.
Antichrist (2009) de Lars von Trier: ****
De facto, demasiado imperfeito para ser uma obra-prima mas tão torrencial e devastador que é impossível não ficar a remoer aquilo que nos acabou de atropelar......
Já agora, acho que aquele prólogo está a ser demasiado empolado, já que como diz o próprio Von Trier qualquer coisa filmada com aquela câmara suscitaria sempre esse deslumbramento que parece imparável.....Por outro lado a sequência do cortejo fúnebre é absolutamente esmagadora!
Noi the Albino (2003) Dagur Kári: ***½
Ahh as sempre maravilhosamente deprimentes jornadas escandinavas!
Life Track (2007) de Jin Guang-hao: ***½
Está encontrada a mais radical proposta cinematográfica do ano!
John_Parker wrote:tf10 wrote:Times and Winds (2006) de Reha Erdem: *****
Absolutamente fascinante esta pérola do cinema Turco!
Epa, estou bastante curioso... Podes adiantar mais o quê sobre o filme?
Epá, agora assim à distância, posso adiantar que se trata de uma experiência que tem tanto de contemplativa como de intrigante! Estranhamente delicioso este retrato meio alienado de tão pequenos protagonistas que se vai desvendado de forma bem pausada, num fulgurante cenário e com um toque indispensável do compositor Arvo Pärt e dos seus, por vezes tenebrosos, acompanhamentos musicais que além de tornarem algumas das sequências verdadeiramente memoráveis dão ao filme um tom ainda mais hipnótico!
_________________  
Radical art today is synonymous with dark art ; its primary colour is black
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| Tue Oct 27, 2009 12:46 am |
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Argento
Joined: 14 Oct 2008
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tf10 wrote:Antichrist (2009) de Lars von Trier: ****
De facto, demasiado imperfeito para ser uma obra-prima mas tão torrencial e devastador que é impossível não ficar a remoer aquilo que nos acabou de atropelar......
Já agora, acho que aquele prólogo está a ser demasiado empolado, já que como diz o próprio Von Trier qualquer coisa filmada com aquela câmara suscitaria sempre esse deslumbramento que parece imparável.....Por outro lado a sequência do cortejo fúnebre é absolutamente esmagadora!
Essa sequência inicial é horrorosa, do mais feio que vi nos últimos tempos em cinema. E acima de tudo, esvazia logo esse momento crucial da narrativa de qualquer peso dramático. O resto do filme, muito mal encenado, numa mistela mal combinada dos estilos que Von Trier abordou no passado, nunca consegue ir além da superfície da relação entre o casal - o olhar do realizador só consegue provocar indiferença até porque parece também ele indiferente às nuances do comportamento humano, incapaz de dizer o que quer que seja sobre aquelas personagens, perspectivá-los de forma consistente em relação àquele mundo primitivo, ou fazer do crescendo de emoções qualquer coisa de minimamente complexo. É o estilo Von Trier aplicado mecanicamente, como dispositivo e não como reflexão. Coisa que todos os simbolismos e "bonitos" quadros oníricos em movimento não conseguem disfarçar. (gostei de um ou outro plano, como o do funeral)
Fiquei muito desiludido - o Dogville é um dos filmes que mais prezo desta década.
_________________ Tiago Costa
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| Tue Oct 27, 2009 7:57 pm |
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Tree
Joined: 20 Dec 2006
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My greatest escape (2009) ***1/2
_________________ Ricardo Sousa
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| Tue Oct 27, 2009 8:56 pm |
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Argento
Joined: 14 Oct 2008
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Revisionamentos:
Le Notti di Cabiria, de Federico Fellini - *****
Absolute Power, de Clint Eastwood - ****
Thunderbolt and Lightfoot, de Michael Cimino - ****½
Romancing the Stone, de Robert Zemeckis - ***½
_________________ Tiago Costa
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| Tue Oct 27, 2009 9:29 pm |
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gonch
Joined: 22 Dec 2006
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Eraserhead, de David Lynch
A digerir. Mas creio que é, dos que vi dele, aquele de que menos gosto.
Paranormal Activity, de Oren Peli ***1/2
Tem realmente belos momentos de terror (aquela cena do arrastamento...), e é de louvar a forma como o filme vai lentamente crescendo em termos de tensão e como se mantém sempre fie a um espírito minimalista/realista. Mas torna-se a certo ponto previsível devido a esse mesmo espírito minimalista, e sente-se que, com a premissa que tinha, podia ter ido mais longe. E vá lá, não é assim tão, tão assustador. O REC continua a ser o melhor filme de terror que vi esta década. Mas este Paranormal Activity é sem dúvida cinema de terror inspirado.
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"O Cinema é a mais bela fraude do Mundo" - Jean-Luc Godard
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| Fri Oct 30, 2009 1:24 am |
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Argento
Joined: 14 Oct 2008
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Ne Change Rien, de Pedro Costa - *
The Dead, de John Huston - ****½
Stavisky..., de Alain Resnais - ***
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| Sat Oct 31, 2009 2:21 am |
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John_Parker
Joined: 20 Dec 2006
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Location: Lisboa
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Argento wrote:Ne Change Rien, de Pedro Costa - *
Mas o que raio aconteceu aqui?!
_________________ Luís Mendonça
CINEdrio
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| Sat Oct 31, 2009 2:58 am |
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